Bnei Brak, Israel – 3 de julho de 2025
Em uma das jornadas mais impactantes de sua viagem pelo território israelense, o Dr. José Benjamín Pérez Matos percorreu as ruínas de um centro educacional para crianças com necessidades especiais que foi recentemente atingido por um míssil. A visita, carregada de tensão e evidência direta, resultou em um forte pronunciamento internacional sobre a internacional sobre a natureza dos ataques e a necessidade de expor a realidade do conflito sem distorções.
Acompanhado por autoridades locais e representantes da instituição afetada, o líder inspecionou o local do impacto ocorrido há aproximadamente dez dias, onde a destruição não apenas comprometeu a infraestrutura educacional, mas também afetou residências e outras instalações próximas, como resultado da onda de choque.
Infraestrutura civil como alvo: uma denúncia direta
Durante o percurso, o Dr. Pérez Matos destacou o caráter do alvo atingido, salientando a gravidade de que uma instituição dedicada a crianças com necessidades especiais tenha sido impactada.
Nesse contexto, afirmou: “Aqui caiu em uma escola de crianças com necessidades especiais. Esse é o alvo deles”, estabelecendo um contraste explícito com a doutrina operacional de Israel. E acrescentou: “Israel avisa com tempo para que as pessoas saiam antes de um ataque a alvos terroristas, mas os atacantes aqui não fazem isso; eles atiram onde cair, e seu objetivo são os estudantes”.
Suas declarações introduzem um eixo central em seu discurso: a diferenciação entre alvos militares e civis, e a denúncia de práticas que, segundo sua visão, violam princípios básicos do direito internacional humanitário.
Crítica à narrativa internacional e à desinformação
Outro ponto-chave de sua intervenção foi a crítica à percepção do conflito no Ocidente. O Dr. Pérez Matos sustentou que existe uma assimetria informativa que favorece interpretações incompletas ou enviesadas sobre o que ocorre na região.
Nesse sentido, afirmou: “Essa informação não se vê no Ocidente. Sempre se vê o outro lado dizendo que Israel é o mau, mas não se mostra a verdadeira face da moeda”, questionando a forma como certos conteúdos são difundidos globalmente.
Além disso, aprofundou o que considera a raiz do problema, afirmando: “Em que país do mundo existem leis que digam que tem de varrer da face da Terra outra nação? Isso não se vê em governos democráticos, mas aí se ensina, desde crianças, a exterminar Israel”, em uma crítica direta a marcos ideológicos que, segundo sua análise, alimentam o conflito.
Presença institucional e avaliação de danos
Durante a visita em Bnei Brak, a delegação encontrou o prefeito da cidade, Hanoch Zeibert, que supervisionava pessoalmente as tarefas de demolição de estruturas que, após o impacto, ficaram comprometidas e sem condições de habitabilidade.
O encontro reforçou o caráter institucional da jornada, na qual se combinaram a inspeção técnica dos danos com a análise política e social do impacto do ataque sobre a comunidade local.
Uma leitura de longo prazo: resistência e projeção
Apesar da magnitude da destruição observada, o Dr. Pérez Matos apresentou uma interpretação de continuidade e resiliência, enquadrando a situação dentro de uma visão mais ampla sobre o futuro de Israel.
Nesse contexto, expressou: “Israel é o filho primogênito de Deus. Tentarão exterminá-lo, mas tem a promessa de que não será destruído. O Eterno está com ele e, desde aqui, desde Jerusalém, se estabelecerá muito em breve o Reino do Messias Príncipe: um Reino de paz, prosperidade e felicidade”.
Seu posicionamento articula uma leitura que combina análise de situação, denúncia internacional e uma projeção de caráter estrutural, na qual Jerusalém aparece como o eixo de um eventual cenário de estabilidade global.
A visita do Dr. Pérez Matos continua se desenvolvendo sob uma agenda intensiva, com foco em dar visibilidade ao impacto do conflito, fortalecer vínculos institucionais e posicionar uma mensagem de reconstrução e paz no cenário internacional.



